segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Hoje

Aquela alegria ainda está comigo. A minha ternura não ficou na estrada, não ficou no tempo, não ficou presa na poeira do caminho. Eu me gosto muito mais, porque me entendo muito mais também. Eu tenho certeza. E sou feliz por tê-la. Hoje eu entendo e, enfim, aceito. Há serenidade. Há um novo começo movido por forças não tão novas assim. Há uma continuação de tudo que antes não foi. Hoje vejo a minha própria força, a minha própria fé e a justificativa existe quando olho, bem fundo, até o dedão do pé.

3 comentários:

Fabi disse...

uau... se expressou bem!

passo sempre aqui... me visita também?
não custa nada!
http://fabisocci.blogspot.com/

Fê Voltz disse...

Carina,

Que belas palavras!
Muito lindo teu blog, adorei!
Grande beijo,

Nanda.

SHIRO disse...

Perder a ternura jamais, como já disse alguém. Podemos aprender, nos tornar mais sérios porque passamos por momentos difíceis. Mas sem deixar as coisas que realmente importam pelo caminho. Estamos em constante processo de reciclagem. Quem não se renova, pára no tempo, fica estático, sem poesia. E a vida exige que não fiquemos parados. Li uma vez que até mesmo uma pedra não está parada. Num nível extremamente microscópico, ela está em movimento no mais íntimo do seu ser. Também somos assim: por fora podemos aparentar inércia, mas por dentro ainda há caos. E como já disseram: "É preciso haver caos dentro de si para fazer gerar uma estrela dançarina"... Ainda há caos dentro de mim.

Um abraço.