sábado, 30 de março de 2013
E, praticamente, dois anos depois...
... cá estou eu novamente, reativando esse espaço (que já deve ter criado teias de aranha... hehe). Digamos que nesse meio tempo muitas coisas aconteceram: fiz algumas viagens, conheci e me aproximei de algumas pessoas (me reaproximei e me afastei de outras), conclui minha graduação, aprendi algumas lições... Mas eu continuo a mesma. A minha essência não mudou, apesar de que minha "evolução interior" avançou algumas casas no tão temido jogo da vida. Enfim, para alegria de uns, e tristeza de outros, digo aos possíveis leitores que VOLTEI!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Enfim, aceito
Aceito a escolha.
Optar pelo que faz o coração vibrar não pode ser tão ruim assim.
Jamais opte pelo conveniente, confortável, respeitável, socialmente aceitável e honroso.
Opte sempre pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências.
E aceito.
Aceito, embora seja injusto. Compreendo. Lembro, relembro... Guardo.
Está tudo certo.
Optar pelo que faz o coração vibrar não pode ser tão ruim assim.
Jamais opte pelo conveniente, confortável, respeitável, socialmente aceitável e honroso.
Opte sempre pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências.
E aceito.
Aceito, embora seja injusto. Compreendo. Lembro, relembro... Guardo.
Está tudo certo.
domingo, 5 de junho de 2011
Momentâneo
"Você acha que consegue distinguir o paraíso do inferno? Céus azuis da dor? Você consegue distinguir um campo verde de um frio trilho de aço? Um sorriso de um véu? Você acha que consegue distinguir?
Fizeram você trocar seus heróis por fantasmas? Ar quente por uma brisa fria? Conforto frio por mudança? Você trocou um papel de coadjuvante na guerra por um papel principal numa cela?
Como eu queria, como eu queria que você estivesse aqui. Somos apenas duas almas perdidas nadando num aquário. Ano após ano, correndo sobre este mesmo velho chão. E o que encontramos? Apenas os mesmos velhos medos. Apenas. Queria que você estivesse aqui".
Fizeram você trocar seus heróis por fantasmas? Ar quente por uma brisa fria? Conforto frio por mudança? Você trocou um papel de coadjuvante na guerra por um papel principal numa cela?
Como eu queria, como eu queria que você estivesse aqui. Somos apenas duas almas perdidas nadando num aquário. Ano após ano, correndo sobre este mesmo velho chão. E o que encontramos? Apenas os mesmos velhos medos. Apenas. Queria que você estivesse aqui".
sábado, 14 de maio de 2011
De Mansinho
Veio e foi.
Ocupou.
Preocupou.
Trouxe e levou.
Da lágrima ao sorriso.
Um novo brilho.
De mansinho.
Ocupou.
Preocupou.
Trouxe e levou.
Da lágrima ao sorriso.
Um novo brilho.
De mansinho.
sábado, 7 de maio de 2011
Curitiba e Ilha do Mel - 21, 22, 23 e 24.04.2011
Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou televisão. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. É preciso muito mais do que "ouvir falar". É preciso "ir ver".

Museu do Trem
Museu Oscar Niemeyer
Centro Histórico de Curitiba
Parque Tanguá
Pelas ruas...
Ilha do Mel
Ilha do Mel - Lindo!
Ilha do Mel
Ilha do Mel
Jardim Botânico
Ilha do Mel
Ilha do Mel
Centro Histórico - Praça Dr. Generoso Marques
Que essa tenha sido a primeira viagem de muitas que ainda estão por vir! :D
Continuando
"Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada “impulso vital”. Pois esse impulso ás vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento, te surpreenderás pensando algo como “estou contente outra vez”. Ou simplesmente “continuo”, porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloquentes como “sempre” ou “nunca”. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicídio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituímos expressões fatais como “não resistirei” por outras mais mansas, como “sei que vai passar”. Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência".
sábado, 26 de março de 2011
Nada
Ao pensar-se no “nada”, associamos à nossa mente a ausência de qualquer coisa que seja, o vazio absoluto. No nada não existe nem o espaço, isto é, não há coisa alguma nem um lugar vazio para caber alguma coisa.
O nada foi pensado como conceito pelos filósofos que questionavam inclusive se o nada existe. Ao definir o nada como a ausência de qualquer coisa, então do próprio existir, Kant apresentou a existência do nada como um "pseudoproblema", ou seja, uma falsa questão.
Um nada. Silêncio. Um silêncio de algo que está sendo não dito é diferente do silêncio de nada estar sendo dito, do silêncio carregado de si mesmo, do silêncio de tudo estar sendo dito. É aí, e somente aí, que o nada pode ser tudo. Um tipo de silêncio é poder, outro é apatia, outro é autonomia, outro é pacto. O silêncio é um alfabeto dificílimo. Não há dicionário nem método para aprendê-lo. Para se comunicar com um silêncio a língua de acesso é o tempo e, com sorte, o olhar. Falar atrapalha.
O certo é que diante de certos silêncios, sendo estes tudo ou nada, a melhor resposta é, ainda, o nada.
O nada foi pensado como conceito pelos filósofos que questionavam inclusive se o nada existe. Ao definir o nada como a ausência de qualquer coisa, então do próprio existir, Kant apresentou a existência do nada como um "pseudoproblema", ou seja, uma falsa questão.
Um nada. Silêncio. Um silêncio de algo que está sendo não dito é diferente do silêncio de nada estar sendo dito, do silêncio carregado de si mesmo, do silêncio de tudo estar sendo dito. É aí, e somente aí, que o nada pode ser tudo. Um tipo de silêncio é poder, outro é apatia, outro é autonomia, outro é pacto. O silêncio é um alfabeto dificílimo. Não há dicionário nem método para aprendê-lo. Para se comunicar com um silêncio a língua de acesso é o tempo e, com sorte, o olhar. Falar atrapalha.
O certo é que diante de certos silêncios, sendo estes tudo ou nada, a melhor resposta é, ainda, o nada.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Mil Pedaços
"Eu não me perdi,
O Sândalo perfuma o machado que o feriu
Adeus, adeus, adeus meu grande amor.
E tanto faz... De tudo o que ficou,
Guardo um retrato teu,
e a saudade mais bonita"
O Sândalo perfuma o machado que o feriu
Adeus, adeus, adeus meu grande amor.
E tanto faz... De tudo o que ficou,
Guardo um retrato teu,
e a saudade mais bonita"
segunda-feira, 7 de março de 2011
Adeus
"Para você
Está tudo em um dia
Um dia numa vida
Está tudo em uma palavra
A única palavra é adeus
Para mim
Está tudo no que você diz
Embora você tenha tentado ser amável
Está tudo em palavras
Dos lábios que uma vez tocaram os meus com um suspiro
Adeus
Para você
Está tudo em sua face
A risada e as linhas de preocupação
Está tudo em uma palavra
Você espera fazê-lo jovem novamente
Adeus
Está tudo na peça
Alguém fala a linha
Está tudo em uma palavra
Que para e furta o tempo
Adeus
Adeus
Adeus
Para mim
Está tudo em um dia
É uma parte da vida
Quando está tudo em palavras
Para destinar e designar circunstâncias
Adeus"
(Ainda dói)
Está tudo em um dia
Um dia numa vida
Está tudo em uma palavra
A única palavra é adeus
Para mim
Está tudo no que você diz
Embora você tenha tentado ser amável
Está tudo em palavras
Dos lábios que uma vez tocaram os meus com um suspiro
Adeus
Para você
Está tudo em sua face
A risada e as linhas de preocupação
Está tudo em uma palavra
Você espera fazê-lo jovem novamente
Adeus
Está tudo na peça
Alguém fala a linha
Está tudo em uma palavra
Que para e furta o tempo
Adeus
Adeus
Adeus
Para mim
Está tudo em um dia
É uma parte da vida
Quando está tudo em palavras
Para destinar e designar circunstâncias
Adeus"
(Ainda dói)
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Silêncio
"Nada pra dizer
A não ser você
Nada pra dizer
A não ser o quê
Nada pra saber
A não ser por quê
Nada pra fazer
A não ser ficar
Vou considerar
Nosso amor vulgar
Vou me acostumar
Sem você será tão
Quando a lua vem assim
Cheia de amor nenhum
Sem um lobo pra chorar
Quero lhe dizer que...
Apesar de ser
Esse amor não é
Feito pra durar
Apesar do que
Eu não sou capaz
Pra dizer adeus
Tenho que sair
Apesar do que"
:(
A não ser você
Nada pra dizer
A não ser o quê
Nada pra saber
A não ser por quê
Nada pra fazer
A não ser ficar
Vou considerar
Nosso amor vulgar
Vou me acostumar
Sem você será tão
Quando a lua vem assim
Cheia de amor nenhum
Sem um lobo pra chorar
Quero lhe dizer que...
Apesar de ser
Esse amor não é
Feito pra durar
Apesar do que
Eu não sou capaz
Pra dizer adeus
Tenho que sair
Apesar do que"
:(
sábado, 15 de janeiro de 2011
Destino
Ordem natural estabelecida do universo. Poder supremo. Ponto final. Meta a que alguém ou algo se dirige ou é enviado.
O destino é concebido, geralmente, como uma sucessão inevitável de acontecimentos provocados ou desconhecidos. Ele é utilizado para tentar explicar o absurdo dos acontecimentos existenciais para os quais não há explicação. O mesmo percebe-se na responsabilidade dada às divindades: A fatalidade, bem como a sorte, são, muitas vezes, atribuídas a estas deidades, com o intuito de arranjar-se uma explicação para certos acontecimentos, ou simplesmente aliviar o sentimento de culpa que existe em nós, seres humanos.
Assim, portanto, fica a pergunta: Existe de fato um poder supremo que, supostamente, predomina o curso dos acontecimentos? Não sei. O que posso dizer é que, para mim, o destino não é uma questão de oportunidade. É uma questão de escolha. Não é algo para se ficar esperando, e sim algo a ser conquistado.
O destino é concebido, geralmente, como uma sucessão inevitável de acontecimentos provocados ou desconhecidos. Ele é utilizado para tentar explicar o absurdo dos acontecimentos existenciais para os quais não há explicação. O mesmo percebe-se na responsabilidade dada às divindades: A fatalidade, bem como a sorte, são, muitas vezes, atribuídas a estas deidades, com o intuito de arranjar-se uma explicação para certos acontecimentos, ou simplesmente aliviar o sentimento de culpa que existe em nós, seres humanos.
Assim, portanto, fica a pergunta: Existe de fato um poder supremo que, supostamente, predomina o curso dos acontecimentos? Não sei. O que posso dizer é que, para mim, o destino não é uma questão de oportunidade. É uma questão de escolha. Não é algo para se ficar esperando, e sim algo a ser conquistado.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Desacelere
Alguém já parou pra contabilizar quantas horas gasta-se na vida insistindo em coisas, situações e pessoas? Tempo perdido, de certa forma. Pra mim, pelo menos.
Desacelere! Existem situações em que fazer nada é a melhor opção. E a gente insiste, insiste e insiste mais um pouco. Corre atrás, se descabela (dentre outras coisas) e ainda lamenta o acontecido. "Por que precisa ser assim?". Bem, talvez o problema seja exatamente ter se preocupado demais, feito demais, insistido demais. Tudo de forma exagerada, muito além do necessário.
Quando a gente se dá conta de que a paciência pode ser virtuosa e eficaz, é como se tudo (ou uma parte das coisas) mudasse. Quando percebemos que o universo não conspira contra ou à favor de alguém, acabamos por descobrir que somos nós a fonte de todos nossos males, como, em outros momentos, a fonte de toda nossa felicidade. Além do mais, só acontece aquilo que é pra acontecer, sendo que o inverso também é verdadeiro.
Portanto, reduza sua velocidade. Desacelere, e tudo o que você está perseguindo virá e alcançará você.
Desacelere! Existem situações em que fazer nada é a melhor opção. E a gente insiste, insiste e insiste mais um pouco. Corre atrás, se descabela (dentre outras coisas) e ainda lamenta o acontecido. "Por que precisa ser assim?". Bem, talvez o problema seja exatamente ter se preocupado demais, feito demais, insistido demais. Tudo de forma exagerada, muito além do necessário.
Quando a gente se dá conta de que a paciência pode ser virtuosa e eficaz, é como se tudo (ou uma parte das coisas) mudasse. Quando percebemos que o universo não conspira contra ou à favor de alguém, acabamos por descobrir que somos nós a fonte de todos nossos males, como, em outros momentos, a fonte de toda nossa felicidade. Além do mais, só acontece aquilo que é pra acontecer, sendo que o inverso também é verdadeiro.
Portanto, reduza sua velocidade. Desacelere, e tudo o que você está perseguindo virá e alcançará você.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Conquistando
Aquela sensação, não importe o tempo que demore, de estar indo atrás de uma coisa que você realmente quer, de ver o finalmente se aproximando, e de olhar pra trás e dizer eu lutei, eu conquistei, eu vou conseguir, é a MELHOR COISA DO MUNDO!!!!
(Em "comemoração" a minha convocação para a Banrisul)
(Em "comemoração" a minha convocação para a Banrisul)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Natal
A história do nascimento de Jesus, que foi concebido num estábulo, após ter sido anunciado por uma estrela guia e recepcionado pelos Três Reis Magos como um Rei, vem sendo apagada pelo tempo, pois sequer lembramos por que nos reunimos na noite de Natal. Aliás, sabemos: para comer, beber e trocar presentes. E assim, como essa história muitas outras histórias o homem vem perdendo com o tempo.
A própria ambição do homem, a corrida pelo poder, a busca por felicidade no mundo da ilusão, vem apagando da memória as verdadeiras histórias. Ganhamos celulares, mas estamos mais solitários. Ganhamos as relações cibernéticas, mas perdemos o calor humano. Ganhamos "status", mas perdemos a ética. Na corrida desenfreada por todos esses falsos ganhos, deve ser natural que muitas histórias sejam perdidas.
O mundo externo passou a ser mais importante que o nosso mundo interno. Falar em mundo interno é reconquistar nossa verdadeira identidade e recuperar nossa verdadeira história. O quanto era gostoso enviar e receber cartas pelo correio? O quanto era gostoso na véspera de Natal visitar os vizinhos e compartilhar a alegria dessa noite? O quanto era gostoso compartilhar a nossa ceia? O quanto era gostosa a nossa vida? E hoje encontro pessoas que dizem: "Não vejo a hora que passe toda essa loucura de Natal". Incrível como reduzimos nossas histórias e passamos a viver tão esgotados e infelizes.
Que nesse Natal possamos resgatar o verdadeiro propósito e experimentar o seu verdadeiro significado. O significado de sermos mais amorosos, benevolentes, tolerantes com o próximo. Que possamos recuperar o amor por nós mesmos e dessa forma poder amar o próximo. Compartilhar a alegria de simplesmente estar vivo.
(Abaixo, quatro fotografias tiradas por mim. A primeira na cidade de Canela, na casa do Papai Noel. As demais em Gramado. Ambas cidades situam-se na Serra Gaúcha).
domingo, 19 de dezembro de 2010
Geburstag
19 de dezembro de 2010 - 19 de dezembro de 1990 = 20 anos.
20 anos. 5300 dias. 127200 horas. Algumas histórias para contar, outras vitórias para comemorar e derrotas para ensinar.
Hoje, como em outras 19 vezes, fecha-se um ciclo. Mais um ano se foi e nada faz voltar. Eu, Carina Schmitt, jamais terei, novamente, 19 anos, a não ser que seja em outra vida... Se é que há outra chance. Nunca mais terei a mesma idade, assim como cada segundo que é único e passageiro, embora existam as lembranças que são eternas e irreversíveis.
Se pararmos para pensar, nós podemos estar nos deliciando com um sorvete de chocolate às 14:02:36 do dia 10/01/2010, sentados debaixo de um colorido guarda-sol na beira do mar, observando o vai e vem das ondas. E será único. Não apenas porque o sorvete vai acabar, ou porque o movimento das ondas nunca será igual, mas porque o tempo chega a ser algo mágico: Não se repete. Só existe um 19/12/2010, bem como um 10/01/2010. Só existe uma vez em que os ponteiros do relógio irão marcar 14:02:36 do dia 10/01/2010. E o tempo passa... Como passa. Assim, embora seja clichê, me atrevo a dizer: Vamos aproveitar bem o nosso tempo, pois ele é único e não volta mais. Parafraseando a música Tempos Modernos do Lulu Santos, "Hoje o tempo voa amor. Escorre pelas mãos. Mesmo sem se sentir. E não há tempo que volte amor. Vamos viver tudo que há pra viver..."
Meu único e maior desejo neste novo ano que inicia para mim, além de que eu aproveite cada segundo que terei, é que eu, simplesmente, não desista de mim, e assim todo o resto irá acontecer também.
20 anos. 5300 dias. 127200 horas. Algumas histórias para contar, outras vitórias para comemorar e derrotas para ensinar.
Hoje, como em outras 19 vezes, fecha-se um ciclo. Mais um ano se foi e nada faz voltar. Eu, Carina Schmitt, jamais terei, novamente, 19 anos, a não ser que seja em outra vida... Se é que há outra chance. Nunca mais terei a mesma idade, assim como cada segundo que é único e passageiro, embora existam as lembranças que são eternas e irreversíveis.
Se pararmos para pensar, nós podemos estar nos deliciando com um sorvete de chocolate às 14:02:36 do dia 10/01/2010, sentados debaixo de um colorido guarda-sol na beira do mar, observando o vai e vem das ondas. E será único. Não apenas porque o sorvete vai acabar, ou porque o movimento das ondas nunca será igual, mas porque o tempo chega a ser algo mágico: Não se repete. Só existe um 19/12/2010, bem como um 10/01/2010. Só existe uma vez em que os ponteiros do relógio irão marcar 14:02:36 do dia 10/01/2010. E o tempo passa... Como passa. Assim, embora seja clichê, me atrevo a dizer: Vamos aproveitar bem o nosso tempo, pois ele é único e não volta mais. Parafraseando a música Tempos Modernos do Lulu Santos, "Hoje o tempo voa amor. Escorre pelas mãos. Mesmo sem se sentir. E não há tempo que volte amor. Vamos viver tudo que há pra viver..."
Meu único e maior desejo neste novo ano que inicia para mim, além de que eu aproveite cada segundo que terei, é que eu, simplesmente, não desista de mim, e assim todo o resto irá acontecer também.
"Nascemos para jamais envelhecer, para nunca morrer.
Tudo que podemos esperar, no entanto, é uma consciência de ter vindo demasiado cedo.
E um certo desprezo pelo futuro pode nos garantir pelo menos uma bela fatia de vida"
(Raoul Vaneigem - A Arte de Viver para as Novas Gerações)
domingo, 5 de dezembro de 2010
Exercendo o Poder, por Al Capone e Roosevelt
Ter força e influência. Ser poderoso(a). Imperar. Dominar. Ter soberania. Autoridade.
Segundo Alphonsus Gabriel Capone (mais conhecido como Al Capone), "você pode conseguir muito mais com uma palavra gentil e uma arma do que conseguiria somente com uma palavra gentil".
Na mesma linha de pensamento aparece uma frase de Theodore Roosevelt (Teddy, para os íntimos) que diz: "Seja gentil, mas com um grande porrete na mão".
Assim, pensando sobre os dizeres, chego a conclusão de que, quando precisa-se influenciar alguém com o intuito de que esta pessoa fique a nosso favor de qualquer maneira, por bem ou mal, deve-se ser cortês e amável, além de oferecer palavras que soem elegantemente. Mas, mesmo assim, arranjar uma arma ou um grande porrete nunca é demais. Com alguma destas ferramentas, a probabilidade do sucesso de qualquer "negociação" será infinitas vezes maior.
Reflitam, coloquem em prática e voltem para contar suas experiências de sucesso... :)
Segundo Alphonsus Gabriel Capone (mais conhecido como Al Capone), "você pode conseguir muito mais com uma palavra gentil e uma arma do que conseguiria somente com uma palavra gentil".
Na mesma linha de pensamento aparece uma frase de Theodore Roosevelt (Teddy, para os íntimos) que diz: "Seja gentil, mas com um grande porrete na mão".
Assim, pensando sobre os dizeres, chego a conclusão de que, quando precisa-se influenciar alguém com o intuito de que esta pessoa fique a nosso favor de qualquer maneira, por bem ou mal, deve-se ser cortês e amável, além de oferecer palavras que soem elegantemente. Mas, mesmo assim, arranjar uma arma ou um grande porrete nunca é demais. Com alguma destas ferramentas, a probabilidade do sucesso de qualquer "negociação" será infinitas vezes maior.
Reflitam, coloquem em prática e voltem para contar suas experiências de sucesso... :)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Selo de Qualidade
Pois é, recebi hoje um selo de qualidade pelo blog. E isto me leva a uma reflexão, não muito extensa, mas verdeira (para mim, ao menos): As melhores coisas são aquelas simples, que fizemos expontaneamente. Sem temores, medos. Sem pensar no que os outros irão pensar. O meu blog é assim: Escrevo sobre o que tenho vontade, sobre o que sinto, o que penso. É isso que faz "sucesso" e é isso que importa: Sermos nós mesmos, apenas. É simples. Siga seu coração, suas ideias, suas convicções, suas certezas (e porque não incertezas).
A regra do "jogo" diz, ainda, que devo indicar 10 blogs para receber o selo também. Aí vão eles:
http://distractingpages.blogspot.com/
http://p0ntodevista.blogspot.com/
http://naoquerofalardisso.blogspot.com/
http://serenico.blogspot.com/
http://nathaliaalvespires.blogspot.com/
http://lepetitfable.blogspot.com/
http://endofstep.blogspot.com/
http://hd-flumen.blogspot.com/
http://alfabetad.blogspot.com/
http://aprazivelirreprochidez.blogspot.com/
Um abraço a todos que sempre passam por aqui, apesar de não deixarem suas "pegadas". E um agradecimento especial ao dono do blog Amor Cafona, que me presenteou com o selo.
domingo, 28 de novembro de 2010
O Tamanho das Pessoas
Uma pessoa é enorme quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado.
É pequena, quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade, o carinho, o respeito, o zelo e, até mesmo, o amor.
É gigante, quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto com você.
É pequena quando desvia do assunto.
É grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
É pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade, sem tamanho.
É pequena, quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade, o carinho, o respeito, o zelo e, até mesmo, o amor.
É gigante, quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto com você.
É pequena quando desvia do assunto.
É grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
É pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade, sem tamanho.
sábado, 27 de novembro de 2010
Nem Sempre
O que se quer ouvir é o que se ouve, de fato. Comida natural é melhor do que a industrializada. Tecnologia faz bem. Por si só, a lucidez nos leva para um bom porto. O que as pessoas dizem é o que elas fazem de verdade. Vitrines convencem. As loiras são burras. Mais é melhor. Classe C quer preço baixo. Recebe-se respostas sempre. O cliente tem razão. Competência é o suficiente. A brincadeira sempre sai como o esperado. Ilusão é algo ruim. O mundo sempre foi assim. Ter muitas opções é sinônimo de satisfação. Os grandões são os melhores. Ideias são oportunidades. Os fins justificam os meios. As coisas são o que parecem ser. As notícias voam.
Nem sempre.
Nem sempre.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Hoje
Aquela alegria ainda está comigo. A minha ternura não ficou na estrada, não ficou no tempo, não ficou presa na poeira do caminho. Eu me gosto muito mais, porque me entendo muito mais também. Eu tenho certeza. E sou feliz por tê-la. Hoje eu entendo e, enfim, aceito. Há serenidade. Há um novo começo movido por forças não tão novas assim. Há uma continuação de tudo que antes não foi. Hoje vejo a minha própria força, a minha própria fé e a justificativa existe quando olho, bem fundo, até o dedão do pé.
Assinar:
Postagens (Atom)

